1. Definir o âmbito dos trabalhos
Regista o tipo de obra, as zonas intervencionadas, o que está incluído e o que fica excluído. Identifica o que depende de visita, projeto, escolha do cliente ou confirmação de quantidades. Não mistures trabalhos previstos com pedidos extra sem os distinguir.
2. Medir quantidades e escolher unidades
Organiza os trabalhos por capítulos e define unidades apropriadas: m², metro linear, unidade, hora ou lote fundamentado. Guarda a origem de cada medição, as dimensões e as hipóteses utilizadas. Uma quantidade por confirmar deve ser assinalada como tal.
3. Separar os diferentes custos
Distingue materiais, mão de obra, equipamentos, subempreitadas e transporte quando aplicáveis. Um preço de mão de obra não deve ocultar materiais que precisam de medição e valorização autónomas. Utiliza fontes e datas para rever preços.
4. Verificar margem, contingências e impostos
Depois dos custos diretos, considera os encargos indiretos e a margem de forma explícita. Uma reserva para imprevistos pode ser útil, quando justificada, mas não substitui medições nem constitui uma taxa legal. Aplica a taxa de IVA correta ao caso concreto, com apoio especializado quando necessário.
5. Explicar a proposta ao cliente
Apresenta totais, condições, prazos, exclusões, validade e forma de tratar alterações. Antes de emitir, confirma quantidades e preços, lê o documento como se fosses o cliente e guarda a versão aprovada.
Recursos ObraScope para orçamentação
Além deste guia, podes aprofundar como estruturar diferentes propostas e experimentar um orçamento fictício antes de criar conta.
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